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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

"Se não me dás um revólver, ao menos tem pena de mim"

Bem, certos dias fazia mesmo falta que me dessem um revólver, ou melhor, uma metralhadora, tal é o tamanho do desespero estudantil em que me encontro...mas enfim, acabo por ficar só com a pena que já não é mau de todo!

 

Devaneios à parte, o título do post é na realidade o título de uma peça de teatro que fui ver à Companhia de Teatro de Sintra/Chão de Oliva!

 

Nota bastante positiva atribuo eu a esta peça, que me surpreendeu pela positiva, com óptimas actuações e com um background sonoro no mínimo inovador!

 

De forma a não puxar muito a brasa à minha sardinha deixo aqui uma descrição da peça por parte de alguém que realmente percebe do assunto!

 

“Se não me dás um revólver…” parte de duas pequenas peças de Anton Tchekov, “Um Pedido de Casamento” e “O Trágico à Força”. Na fusão e a fixação do texto, pretendemos manter um único fio dramatúrgico que resulte da análise das peças-pontos de partida, espelhos dos pequenos-grandes dramas, de insanáveis contradições mesquinhas, de vidas cinzentas contaminadas pelo “direito de posse” e pela competição – “o meu cão é melhor que o teu”…-, pelo cilindrar dos convencionalismos “normais”, normalmente tão risíveis, pelo embaciar do sorriso de viver. Ainda os acontecimentos a fazerem mover os personagens e não estas a escreverem o rumo futuro, característica tão orgânica no teatro do Mestre russo.

João de Mello Alvim

 

 

Lançado às alforrecas por Estagiário Farmacêutico às 22:25
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1 comentário:
De pirili a 8 de Outubro de 2007 às 18:19
Não gosto de ti! Nunca me convidas para eventos sociais culturais...opa´tudo bem que eu só sirvo para ir à tasca da esquina...mas por vezes podias fazer sacrificio e levar-me também! "Se não me dás um revólver para te matar, ao menos tem pena de mim e suicida-te! " Gosto mais da minha versão!

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